The

Haute Couture season has just over and the Prêt-à-porter will come in
September, so I am going to propose you a mini-series of the most
spectacular and contentious fashion shows in the history of fashion.
Why?
Because it’s a powerful communicative situation: it’s no longer a
launch behind closed doors, for few selected clients and journalists
from prestigious publications, but a real show, nowadays much more
accessible for anyone intersted, as short as intense. The fact is that
today it’s not only a way to share the mood of the collection, but also a
powerful instrument to communicate with the public, to make people
think.IT- La
settimana Haute Couture di luglio è appena finita, e quella del
Prêt-à-porter arriverà a settembre. Per ciò ho deciso di proporvi una
mini serie in cui ripercorrerò i fashion show più spettacolari e
controversi nella storia della moda.

Perché?
Perchè la sfilata è un momento comunicativo potentissimo: non si tratta
più di una presentazione a porte chiuse per poche clienti selezionate e
giornaliste di testate prestigiose, ma di un vero e proprio spettacolo
molto più accessibile di un tempo per chiunque tanto breve quanto
intenso, che talvolta è usato non solo per esprimere il mood della
collezione, ma anche per comunicare direttamente con il pubblico, per
protestare o far riflettere.PT-
A semana Haute Couture acabou há poucos dias e a Prêt-à-porter chega em
setembro, por isso, decidi oferecer a vocês uma mini-série em que
repercorrer os mais estranhos e espetaculares desfiles na história da
moda.

Por
quê? Porque o desfile é um poderoso momento comunicativo: não é apenas
uma apresentação a portas fechadas para alguns clientes e jornalistas
selecionados de alguma redação de prestígio, mas um verdadeiro show
muito mais acessível, às vezes o espetáculo é usado não só para
expressar o estado de espírito da coleção, mas também para se comunicar
diretamente com o público, para protestar ou fazer as pessoas pensarem.

origins of fashion shows?
But, first of all, which are the origins of fashion shows?
Fashion
shows are born in the late Nineteenth Century: until then, the latest
trends were publicized in Europe through paintings depicting noblewomen (
do not forget that for a long time fashion was the sole prerogative of
the noble class…not just a matter of money, but also of status: only
aristocrats were considered trendsetter!), sketches, specialized press
and poupettes de mode, dolls dressed in the fashionable dress used by
tailors to make their creations known. The only capital city of fashion
was Paris, and the concept of ready-to-wear was far away to be invented.
Charles
Frederick Worth , considered by many to be the true founder of Haute
Couture , is also the first to revolutionize the traditional way of
communicating the latest tren in clothing, he not only introduces the
use of models and stickers for his garnments, but first he began to
create collections that, contrary to common practice, do not support the
tastes of his customers, but it is he who chooses. His clients are
women of European and American high society, and the garments have a
certain grade of standardization: the choice of fabrics in this way is
limited, while seals and accessories are used to customize the dress.
During
the Belle Epoque is Paul Poiret to mark another turning point: he
organizes world tours to present his collections, creating from time to
time extraordinary and magical settings, but always for carefully
selected customers.
And
in Italy ? It all starts thanks to Giovanni Battista Giorgini, that in
order to make independent the Italian fashion from the French one,
organized since 1951 at the Sala Bianca in Florence, a number of
collective shows. In the presence of international buyers and
specialized press, model numerous Italian tailors : different names but
same location and structure. In the late Sixties the Alta Moda moves to
Rome, while in the Seventies Milan becomes the undisputed capital of the
ready-to-wear.IT- Ma prima di entrare nel dettaglio, come e quando sono state inventate le sfilate?

Le
sfilate nascono sul finire dell’Ottocento: sino a quel momento, gli
ultimi trend venivano diffusi in Europa attraverso i dipinti che
ritraevano le nobildonne (non bisogna dimenticare infatti che per molto
tempo la moda è stata una prerogativa esclusiva delle classi nobiliari:
non era solo una questione di denaro, ma anche di status: solo chi era
nobile poteva essere considerato un trendsetter!), i figurini, la stampa
specializzata e le poupettes de mode, ovvero bambole abbigliate secondo
la moda utilizzate dalle sartorie per far conoscere le proprie
creazioni. La capitale della moda era solo una, ed era Parigi, e il
concetto di ready to wear era decisamente lontano.
Charles
Frederick Worth, considerato da molti il vero capostipite della Haute
Couture, è anche il primo a rivoluzionare il tradizionale modo di
comunicare le ultime novità in fatto di abbigliamento: non solo
introduce l’uso di modelle e di etichette per contrassegnare i suoi
capi, ma per primo inizia a creare delle collezioni che, contrariamente
alla pratica comune, non assecondano i gusti delle committenti, ma che è
lui stesso a scegliere. Le sue clienti sono donne dell’alta società
europea e americana, e i capi vengono realizzati ricorrendo alla
standardizzazione per alcune parti: in questo modo le varianti di
tessuto sono limitate, mentre guarnizioni e gli accessori sono
utilizzati per personalizzare l’abito.
Durante
la Belle Epoque è Paul Poiret a segnare un’ulteriore svolta: organizza
tournée mondiali per presentare le sue collezioni, facendo uscire
vestiti e modelli dall’atelier, creando di volta in volta ambientazioni
straordinarie e magiche, ma sempre per una clientela attentamente
selezionata.
E
in Italia? Tutto inizia grazie a Giovanni Battista Giorgini, che con
l’obiettivo di rendere indipendente la moda italiana da quella francese
organizza a partire dal 1951 presso la Sala Bianca a Firenze una serie
di sfilate collettive. Nello stesso luogo e in presenza di buyers
internazionali e della stampa specializzata sfilano numerose sartorie
italiane: nomi diversi ma stesso allestimento.
Sul
finire degli anni Sessanta l’Alta Moda si sposta poi a Roma, mentre
dagli anni Settanta è Milano la capitale indiscussa del prêt-à-porter.PT- Mas antes de entrar em detalhes, como e quando os desfiles foram inventados?

Os
desfiles nascem no final do século XIX: até então, as últimas
tendências foram predominantes na Europa através das pinturas que
descrevem as mulheres nobres (não se esqueça que por muito tempo, a moda
era uma prerrogativa exclusiva da classe nobre, não era apenas uma
questão de dinheiro, mas também de status: apenas quem era nobre poderia
ser considerado um criador de tendências), os esboços, a imprensa
especializada e poupettes de mode, ou seja, bonecas vestidas e usadas
por alfaiates para dar vida e expor as suas criações . A capital da moda
era apenas uma, e era Paris, e o conceito de ready-to-wear era longe.
Charles
Frederick Worth, considerado por muitos como o verdadeiro fundador da
Haute Couture, é também o primeiro a revolucionar a forma tradicional de
comunicar as novidades das roupas, não só introduziu o uso de modelos e
etiquetas para as suas peças, mas primeiro ele começou a criar coleções
que, contrariamente à prática comum, não era feita a partir dos gostos
dos clientes, mas sim ele quem escolhia. Os seus clientes eram mulheres
da sociedade europeia e norte-americana. A escolha de tecidos era muito
limitada, enquanto os acessórios eram utilizados para personalizar o
vestido.
Durante
a Belle Epoque foi Paul Poiret a marcar mais um ponto de viragem:
organiza turnês mundiais para apresentar suas coleções, fazendo roupas e
modelos de ateliê, criando ao longo do tempo ambientações
extraordinárias e mágicas, mas sempre por clientes cuidadosamente
selecionados.
E
na Itália? Tudo começa graças a Giovanni Battista Giorgini, que, a fim
de tornar independente a moda italiana daquela francesa, organiza desde
1951 na Sala Bianca em Florença uma série de desfiles  coletivas.
No mesmo local e na presença de buyers internacionais e da imprensa, desfilaram numerosos alfaiates italianos.
No
final dos anos 60, a Alta Moda, em seguida, se transfere a Roma,
enquanto, nos anos 70 Milão se torna a capital indiscutível de
ready-to-wear.

origins of fashion shows?
From
here on out, new fashion capitals have emerged: New York and London
were added in Milan and Paris, and over time the new realities gained
more attention in fashion industry: for example Tokyo, Sydney, Seoul and
Rio de Janeiro.
These
days fashion shows are no longer behind closed doors, and models do not
circulate clandestinely stolen in defilè: Internet and social media
allow you to assist in real time, perhaps depriving them of their aura
of grandeur, but at the same time they have become a strong tool to
communicate with a wider audience.
IT- Da
qui in poi sono emerse le capitali della moda che conosciamo noi, New
York, Londra si sono aggiunte a Milano e Parigi, e col passare del tempo
nuove realtà emergono nelle città del mondo: Tokyo, Sydney, Seoul e Rio
de Janeiro.
Oggi
le sfilate non sono più a porte chiuse, e i modelli non circolano
clandestinamente con mesi di anticipo perchè rubati nei defilè:
Internet e i social permettono di assistervi in diretta, privandole
forse della loro aura di magnificenza, ma al contempo sono diventate uno
strumento fortissimo per comunicare con un pubblico sempre più ampio ed
esigente.
PT- A
partir daqui, emergiram as capitais da moda que conhecemos, Nova York,
Londres que se juntaram a Milão e Paris, e com o passar do tempo, as
novas realidades se emergem em outras cidades do mundo: Tóquio, Sydney,
Seul e Rio de Janeiro.

Hoje, os desfiles não são mais a portas fechadas, e os modelos não circulam clandestinamente meses de antecedência.
A
Internet ajuda a viver essa emoção ao vivo, talvez privando-os de sua
aura de grandeza, mas ao mesmo tempo se tornaram uma ferramenta forte
para comunicar com um público mais amplo e exigente.

 

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