Hussein
Chalayan
is an Anglo-turkish designer from Cipro, known among other
things for his fashion shows, with a suspended atmosphere and a very
minimal, geometrical set, often accompanied by architectural references.
Bjork has done modeling for him in 1995 , while in 2011 he collaborated
with Lady Gaga.

IT-
Hussein Chalayan è uno stilista anglo-turco cipriota noto tra le altre
cose per le sue sfilate, in cui l’atmosfera sospesa caratterizza set
dall’aspetto molto minimale e geometrico, spesso corredati da
riferimenti architettonici. Bjork ha fatto da modella per lui nel 1995,
mentre nel 2011 ha collaborato con Lady Gaga.
 
PT-
Hussein Chalayan é um designer anglo-turca de Cipro, conhecido entre
outras coisas por seus desfiles de moda, com uma atmosfera suspensa,
geométrica e muito minimalista, muitas vezes acompanhada de referências
arquitetônicas. Bjork modelou para ele em 1995, enquanto em 2011 ele
colaborou com Lady Gaga.
 

 

In
this case we go back to the end of the Nineties. At that time I was not
even eight years old, and I can only imagine the general reaction of
those who witnessed the show – fortunately (?) here were no
smartphones with which streammare the show and Instagram was something
even remotely imaginable- .
Chalayan
brought out six models dressed in chadors of different lengths,
changing gradually from a completely nude model apart from a mask to one
dressed almost to the feet. Proposed as a statement about the
oppression of Muslim women, the designer has cited its cultural heritage
as a source of inspiration : ” It
wasn’t really supposed to be offensive. It was supposed to illustrate a
particular kind of position. This was about the cultural loss of self”.
 It
was not the last time that the designer has shown a willingness to add
to the garnments further significance that went beyond the mere apparel
utility, the dress is used as a instrument of survey of the relationship
between the body and other circumstantial elements.
Curious to see some of the most intense moments of his shows ? Look here1 but do not be ashamed, there is also an integral female nude ; ) .
IT
In questo caso torniamo indietro fino alla fine degli anni Novanta.
Io all’epoca non ne avevo nemmeno otto e posso solo immaginare le
reazioni generali di chi assistette allo show – fortunatamente (?) non
c’erano smartphones con cui streammare la diretta della sfilata e
Instagram era qualcosa di nemmeno lontanamente immaginabile -. 
Chalayan
fece uscire sei modelle vestite con chador di diverse lunghezze,
passando gradualmente da una modella completamente nuda a parte una
maschera ad una vestita fin quasi ai piedi.
Intesa
come una dichiarazione sull’oppressione delle donne musulmane, lo
stilista ha citato la sua eredità culturale come fonte di ispirazione:
“Non doveva davvero essere offensivo, avrebbe dovuto  illustrare un
particolare tipo di posizione. In questo caso la perdita culturale di
sé”.
Non
è stata l’ultima volta in cui il designer ha dato prova di voler unire
all’oggetto-vestito un significato ulteriore che andasse oltre alla mera
utilità dell’abito, che di volta in volta  viene utilizzato come
strumento di indagine del rapporto tra il corpo e altri elementi
circostanziali.
Curiosi di vedere alcuni dei momenti più intensi delle sue sfilate? Guardate qui1 ma non siate vergognosi, c’è anche un nudo femminile integrale 😉 .
PT-
Neste caso, voltamos para o final dos anos noventa. Naquela época, eu
não tinha nem mesmo oito anos de idade, e eu só conseguia imaginar a
reação daqueles que testemunharam o show – (?), Felizmente, não haviam
smartphones para registrar o show e Instagram era algo ainda remotamente
inimaginável.
Chalayan
trouxe seis modelos vestidas de chadors de comprimentos diferentes,
mudando gradualmente a partir de uma modelo completamente nua além de
uma máscara, para uma outra vestida quase até os pés.
Proposta
como uma declaração sobre a opressão das mulheres muçulmanas, o
designer citou seu patrimônio cultural como fonte de inspiração:. “Não
foi realmente ofensivo, era para ilustrar um determinado tipo de
posição. Nesse caso, foi sobre a perda cultural em si ”.
Não
foi a última vez que o designer mostrou ter uma vontade de adicionar às
coleções um significado ainda maior, que iam além da mera utilidade de
roupas, o vestido é usado como um instrumento de pesquisa da relação
entre o corpo e outros elementos circunstanciais.
Curiosos para ver alguns dos mais intensos momentos de seus shows? Confira aqui mas não se envergonhe, há também uma nu feminino. 
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